sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dados do grupo



Alunos:
Eliezer Neto e Mateus Romão;
Números (respectivamente): 14 e 40;
Sala: 2º ano 4 manhã;
Capítulo: Número 8;
Professora: Mariliana;
FB CENTRAL.

Casos de Regência Verbal

Primeiro Caso: Pág. 51, no último parágrafo, no trecho "E decidi proteger as Mendonça". Perguntamos ao verbo: "Protege o quê?". Opa, na "perguntinha" não há preposição, ou seja, o verbo não pede isso, então seu complemento não tem e não deve haver tipo algum de preposição. Portanto este verbo, por necessitar de complemento para ter sentido completo, ele é TRANSITIVO, e por que seu complemento (e sua "perguntinha") não haver preposição, ele pode ser considerado, neste caso desta frase, VERBO TRANSITIVO DIRETO.
Segundo Caso: Pág. 47, no segundo parágrafo, no trecho: "A alavanca soltou-se da pedra, ...". Verbo da oração: Soltar. Neste caso, este verbo tem sentido completo e qualquer "perguntinha" que fizermos a ele resultará em advérbios ou em loc. adverbiais. Ou seja, ele é classificado como VERBO INTRANSITIVO. OBS.: Seu "não-complemento" é uma loc. adverbial de lugar (perguntinha: soltou-se de onde?). ;D

Casos de Regência Nominal

Primeiro Caso: Pág.48, no fim do segundo parágrafo, no trecho: "E como TIVE A INTENÇÃO DE possuir as terras...". Quem TEM A INTENÇÃO, tem a intenção DE ALGUMA COISA, daí o uso da preposição "DE" para estabelecer a relação que precisa existir entre o substantivo "INTENÇÃO" e seu complemento "DE POSSUIR AS TERRAS..."
Segundo Caso: Também na pág. 48, só que agora no seu último parágrafo no trecho: "...e obriguei a fortuna a SER-ME FAVORÁVEL NAS SEGUINTES". Quem é FAVORÁVEL, é favorável A ALGUMA COISA ou EM ALGUMA COISA. No caso, o sentido que foi usado, foi o EM ALGUMA COISA, daí usa-se o EM. Mas não aparece desse jeito pois a palavra "SEGUINTES" pede o artigo "A", então há a contração entre EM e A, que finda em NAS. Pronto, foi feita a relação entre o adjetivo "FAVORÁVEL" e o seu complemento "NAS SEGUINTES.".

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Casos de Crase ;D

Primeiro caso: Pág 49, no segundo parágrafo, no final da fala: "..., vá à justiça".
Explicação: Quem vai, vai PARA algum lugar e a palavra "justiça" pede o artigo "a"... então para não ficar assim: "vá PARA A justiça" se contrai a prepisição e o artigo em um só elemento, o "a" craseado: à.
Segundo caso: Também na pág. 49, no quarto parágrafo, no trecho: "..., graças às chicanas de João Nogueira."
Explicação: "graças" tem sentido de agradecer e quem agradece, agradece A alguém, ou seja, há o exigimento de preposição. E também o substantivo "chicanas" pede o artigo AS. Então para não ficar: "graças a as chicanas", há a contração da preposição e do artigo, ficando "às".